Dando prosseguimento ao Plano de Atuação da 11ª
Promotoria de Justiça de Marabá, cujo objetivo principal é concluir
procedimentos administrativos anteriores ao ano de 2012, o Ministério Público do
Estado do Pará, através do promotor de Justiça Júlio César Sousa da Costa
ajuizou em 05 de maio de 2015 Ação Civil Pública de ressarcimento ao erário
contra vereadores e ex-vereadores de Marabá, sudeste paraense, pela não
comprovação efetiva dos mesmos em eventos para os quais receberam diárias, nos
exercícios de 2005 e 2006.
O levantamento efetuado contou com o apoio do
Grupo de Apoio Técnico Interdisciplinar (Gati) do Ministério Público, que chegou
ao montante atualizado de R$ - 896.802,69, que é o atual valor da
ação.
Na análise realizada pelo Gati encontrou-se recebimento indevido de diárias, em tese, pelos vereadores, mesmo em períodos de recesso legislativo nos meses de janeiro de 2005 e janeiro de 2006.
Na análise realizada pelo Gati encontrou-se recebimento indevido de diárias, em tese, pelos vereadores, mesmo em períodos de recesso legislativo nos meses de janeiro de 2005 e janeiro de 2006.
O procedimento concluído, com vinte e quatro (24)
volumes, foi instaurado em 2007, iniciando-se a partir de uma denúncia do
advogado Ademir Braz em 18 de dezembro de 2006, em razão de declarações do
vereador Adelmo Azevedo Lima, então presidente da câmara municipal, prestadas a
jornal local acerca dos gastos efetuados no Poder Legislativo local, àquela
época.
A ação judicial busca apenas o ressarcimento do que foi gasto indevidamente, ante a prescrição em relação às demais penalidades decorrentes da Lei de Improbidade Administrativa, por entender que o prejuízo ao patrimônio público é imprescritível.
A ação judicial busca apenas o ressarcimento do que foi gasto indevidamente, ante a prescrição em relação às demais penalidades decorrentes da Lei de Improbidade Administrativa, por entender que o prejuízo ao patrimônio público é imprescritível.
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